Por Suzana Lakato
O mundo trata melhor quem se trata melhor. A frase não é nova, mas continua atualíssima, quando a questão é por que algumas mulheres, mesmo longe de representar um modelo de beleza, vivem rodeadas de admiradores, enquanto outras, até mais bonitas, não têm a mesma sorte.
O que distingue umas das outras, na verdade, é seu poder de atração. E, nessa química, ingredientes como estilo, personalidade e comportamento contam mais pontos para tornar uma mulher atraente do que supõe a vã filosofia das academias e clínicas de estética. Não que não valha a pena investir em cuidados com o corpo, bem como em corte de cabelo, maquiagem, roupas e acessórios bem escolhidos, que valorizem pontos fortes e disfarcem defeitinhos.
Mas o visual, sozinho, costuma ser suficiente apenas para despertar o interesse de homens que estão em busca de sexo e mais nada. Para cativar o olhar daqueles que procuram um envolvimento maior, o que vale é o conjunto de atitudes e comportamentos.
É o modo de ser que acaba determinando, de maneira sutil, quanto uma mulher é atraente e desejável como companhia amorosa. E aí, não se engane, a balança sempre pende favoravelmente para quem demonstra qualidades como gentileza, inteligência e autoconfiança.
A feminilidade também é importante, enquanto certas características de personalidade despertam reações diferentes, dependendo das preferências de cada um:
"Não dá para criar fórmulas. Alguns homens gostam de mulheres extrovertidas. Outros repelem os excessos de expansividade. Já o senso de humor, a capacidade de manter uma conversa interessante e a postura positiva diante da vida são sempre valorizadas", constata o psicólogo Ailton Amélio da Silva, professor da Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro O Mapa do Amor (Editora Gente).

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